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Falando com os pais a respeito da criança e a mentira

       Sabemos que o comportamento estruturado em bases sadias se apega no lar, na escola e na sociedade. Mas o lar é o ponto de partida. É ali que começa tudo. De forma geral, os pais se preocupam quando seu filho diz mentiras. É claro que é normal as crianças de quatro, cinco anos pelo processo psicológico, de fantasia se divertirem ouvindo e inventando histórias, confundindo a realidade com a fantasia.
       Agora criança com mais idade depois de seis, sete anos pode mentir para se isentar de culpas para não ser punida. E quando forem descobertas em vez de serem castigadas, compete aos pais mostrar à criança, a importância da verdade, honradez, e confiança que necessitam adquirir na vida falando a verdade. Alguns adolescentes descobrem que as mentiras podem ser aceitas em algumas ocasiões e considerá-las aceitáveis, como por exemplo, não dizer a razão verdadeira de ter faltado às aulas porque estava com uma dor de barriga. Por terem em mente que tal fato poderia trazer por parte dos colegas e professores motivos para zombaria. Outros adolescentes mentem para proteger sua privacidade ou se sentir psicologicamente independente de seus pais, negando que saíram de madrugada com seus amigos.
       Agora quando a mentira pode indicar problemas emocionais nas crianças? Algumas delas sabendo a diferença entre a verdade e mentira, elaboram histórias que parecem verdadeiras. Essas crianças e adolescentes relatam histórias com grande entusiasmo já que são ouvidos com muita atenção, embora estejam falando mentira. Outros agem de forma responsável, mas podem cair no vício de mentir repetidamente. Eles acreditam que dizer mentiras é a melhor maneira de satisfazer as perguntas de seus pais, professores e amigos. Tais pessoas usualmente não estão procurando ser maldosos, não! Porém, por mentirem repetidamente se converte em vício.
       Outra posição: crianças e adolescentes que mentem para tirar proveito passando por problemas emocionais. Alguns jovens mentem com freqüência para ocultar problemas sérios como consumo de drogas ilegais ou álcool, para ocultar o mau estado em que andam, o que estavam fazendo quando faltavam na escola, onde tem gastado dinheiro e coisas assim.
      Agora o que se deve fazer quando a criança mente? Os pais são modelos, exemplos de maior importância para os filhos. Agora quando eles mentirem, os pais devem descobrir em tempo para falarem seriamente, a respeito da diferença entre a fantasia e a realidade, a mentira e a verdade. Finalmente, quando a criança ou o adolescente se envolvem em comportamento de auto-mentir está sempre tendo a mentira como um mau hábito, e necessita de ajuda. Talvez até um psicólogo para ajudar essas pessoas e seus pais também a entenderem o comportamento da criança sobre a mentira e lhes dar orientações para o futuro. E é claro que tudo isso antes de ser analisado com o pai ou a mãe. Ver o que está acontecendo com a criança e mostrar a luz da Palavra de Deus, porque este é o nosso papel.  Moldarmos nossos filhos, na luz, na admoestação, na Palavra do nosso Deus.

 

 

 

 




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